United States Obamerica


Segundo o próprio, chegou a hora de mudar (o quê? pergunto eu). Feitas as contas quando o argumento das "lições de moral" for usado na Diplomacia e nas Relações Internacionais, os EUA ganham maior legitimidade: afinal, quem é que que elegeria um afro-americano, chamado Hussein, sete anos após o 11/09? É uma VERDADEIRA lição de Democracia. Goste-se ou não. Em especial uma certa esquerda europeia mais fossilizada.


O efeito Bradley não fiuncionou. O que dirá muito, eventualmente, da honestidade de quem respondeu às sondagens. Muitos europeus (sempre desconfiados da auto-determinação americana) relevaram o possível efeito Bradley porque, se calhar, teriam muito gosto em que isso sucedesse. Afinal o eleitor americano não mentiu. É uma sociedade notável.


John McCain perdeu, mas com honra. O discurso em que assume o deslize é notável. É o mínimo que se pode dizer. A sensatez de um velho é sempre mais genuína.


God bless America. Antes de Obama discursar, um reverendo "abençoou" aquele momento e a seguir cantou-se o Hino. o que derruba, e bem, a ideia de que nos EUA só uma certa direita mais conservadora e radical é que valoriza a "ideia" Igreja. Nada disso. Obama fê-lo e fê-lo bem. Um momento notável. Sem mata-frades pelo meio.


Agora venha a mudança. Não há volta a dar. O homemtambém nos governa.
 
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